Me desculpa,
Eu não entendo nada de musica, não sei o nome de ninguém.
Por ser irracional, por sofrer pelos escravos.
Por não saber ouvir, e não conseguir falar.
Por querer sair as 3:00h da manhã sentar de pijama na calçada só pra sentir a noite;
Por ser possessiva;
Por morrer por dentro sem ninguém saber;
Por sempre desistir dos projetos;
Por não saber tocar nenhum instrumento;
Por não ser nada de mais;
Pelas pessoas me acharem linda, e só;
Por não entender nada de politica, economia, psicologia, filmes;
Por querer engolir o mundo inteiro de uma vez
Por sumir pra não te deixar triste;
Por tudo que eu sou, fui e serei - nada-
Por chorar do nada, e nunca bastar;
Pelo carma, tristeza e memorias que carrego
Por ser uma vadia;
Por não valer nada;
Filho, namorado, mãe, irmão, amigo;
Por favor, me desculpa.
sábado, 19 de outubro de 2013
Implosão
Eu
voltei, o presente me parece com velhos tempos.
Draconian, escuro, cama, desconfortável, sozinha, um pouco de Clarisse, um pouco de Jazz, um pitada sal do mar. O QUE É, O QUE É? CLARA E SALGADA, CABE EM UM OHO E PESA UMA TONELADA.
É o choro acumulado de duas semanas atrás, fui interrompida por mensagens furiosas e tão tristes quanto eu gostaria de me expressar. Deveria ter aproveitado meu tempo só de semana passada, mas esse sentimento nem apareceu. Porque?
Em forma de ajuda, me disseram há alguns dias que antes eu chorava porque não entendia, hoje choro porque entendo. Não tinha pensado nisso, eu realmente não deveria entender o que eu sinto, é uma cruz pesada que não dá pra dividir com ninguém.
Diferente dos outros posts, hoje eu não quero morrer, não pensei nas mil formas bizarras de me matar, nem me mutilar, nem estou cansada de nada também ( talvez só de mim mesma). Hoje, eu estou enlouquecendo.
É um daqueles dias onde o ponteiro que deveria ser ligeiro no tic-tac dos segundos, mas parece estar em absoluto silencio. É caros leitores fantasmas, eu mudei. (?)
Hoje eu acordo, passo faço de leve um carinho na minha barriga, digo “bom dia” , me levanto, tomo uma vitamina, preparo um almoço, fico grudada no celular, e o dia passa.
As vezes parece difícil me entender, mas a verdade é que eu sou só medo.
Então enlouqueço de medo, do mais puro, poético e absoluto medo, eu enlouqueço.
O que eu quero? Eu quero deitar ali onde eu deveria estar, e chorar o mundo. Eu quero chorar tanto que meus olhos vão inchar parecendo que levei uma surra. Eu quero chorar sem ser interrompida, sem ninguém me dizer que tudo vai ficar bem, sem conselhos, só chorar. Quero que o mundo me ouça, e chore comigo, quero ouvir o choro sincero que tem guardado no coração de cada um, faríamos uma sinfonia, seria a mais bela de todo o mundo, a mais pura, a mais sincera. Estaríamos ali, só choro, só sentimento.
Chega.
É difícil esconder tentando conter essa agua salgada corrente.
Draconian, escuro, cama, desconfortável, sozinha, um pouco de Clarisse, um pouco de Jazz, um pitada sal do mar. O QUE É, O QUE É? CLARA E SALGADA, CABE EM UM OHO E PESA UMA TONELADA.
É o choro acumulado de duas semanas atrás, fui interrompida por mensagens furiosas e tão tristes quanto eu gostaria de me expressar. Deveria ter aproveitado meu tempo só de semana passada, mas esse sentimento nem apareceu. Porque?
Em forma de ajuda, me disseram há alguns dias que antes eu chorava porque não entendia, hoje choro porque entendo. Não tinha pensado nisso, eu realmente não deveria entender o que eu sinto, é uma cruz pesada que não dá pra dividir com ninguém.
Diferente dos outros posts, hoje eu não quero morrer, não pensei nas mil formas bizarras de me matar, nem me mutilar, nem estou cansada de nada também ( talvez só de mim mesma). Hoje, eu estou enlouquecendo.
É um daqueles dias onde o ponteiro que deveria ser ligeiro no tic-tac dos segundos, mas parece estar em absoluto silencio. É caros leitores fantasmas, eu mudei. (?)
Hoje eu acordo, passo faço de leve um carinho na minha barriga, digo “bom dia” , me levanto, tomo uma vitamina, preparo um almoço, fico grudada no celular, e o dia passa.
As vezes parece difícil me entender, mas a verdade é que eu sou só medo.
Então enlouqueço de medo, do mais puro, poético e absoluto medo, eu enlouqueço.
O que eu quero? Eu quero deitar ali onde eu deveria estar, e chorar o mundo. Eu quero chorar tanto que meus olhos vão inchar parecendo que levei uma surra. Eu quero chorar sem ser interrompida, sem ninguém me dizer que tudo vai ficar bem, sem conselhos, só chorar. Quero que o mundo me ouça, e chore comigo, quero ouvir o choro sincero que tem guardado no coração de cada um, faríamos uma sinfonia, seria a mais bela de todo o mundo, a mais pura, a mais sincera. Estaríamos ali, só choro, só sentimento.
Chega.
É difícil esconder tentando conter essa agua salgada corrente.
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